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Ciência da vida: conteúdos sobre Medicina Fetal e Reprodução Humana por Dr. Andre Miyague e Dra. Danielle Miyague.
mãos de gestante segurando uma imagem de ultrassom

Tetralogia de Fallot: o que significa esse diagnóstico durante a gestação?

Receber a notícia de que existe uma alteração no coração do bebê durante a gestação costuma gerar muitas dúvidas e inseguranças. Entre as cardiopatias congênitas que podem ser identificadas ainda no pré-natal está a Tetralogia de Fallot, uma condição cardíaca relativamente conhecida na medicina, mas pouco compreendida pelo público em geral.

Neste artigo, explico o que é a Tetralogia de Fallot, como ela pode ser identificada durante a gestação e por que o diagnóstico pré-natal é tão importante para o planejamento do cuidado ao bebê.

O objetivo é transformar um termo médico complexo em informação compreensível, sem alarmismo e sempre com base em evidências.

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Imagem ilustrativa de um feto

Agenesia do Corpo Caloso: o que significa esse diagnóstico durante a gestação?

Receber um diagnóstico diferente durante a gravidez costuma gerar muitas dúvidas, inseguranças e, naturalmente, medo. Quando o termo envolvido é agenesia do corpo caloso, esse sentimento pode ser ainda mais intenso, afinal, estamos falando do desenvolvimento do cérebro do bebê.

Este artigo foi escrito para explicar, de forma clara, responsável e baseada em evidências, o que é a agenesia do corpo caloso, como ela pode ser identificada ainda na gestação, quais são as possíveis evoluções e, principalmente, qual é o papel da medicina fetal nesse contexto.

Se você recebeu esse diagnóstico ou está investigando essa possibilidade, saiba desde já: informação de qualidade ajuda a transformar angústia em cuidado e planejamento.

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Obstetra e médico fetal analisam o ultrassom em conjunto para oferecer cuidado integral à gestante e ao bebê.

A relação entre o Obstetra e o especialista em Medicina Fetal: duas áreas que se complementam para cuidar da mesma vida

Quando uma gestante chega ao consultório pela primeira vez, ela traz consigo um misto de alegria, expectativa e preocupação. E é justamente nesse início que surge uma dúvida comum: qual é a diferença entre o obstetra e o médico especialista em medicina fetal?

Ambos participam da mesma gestação, cuidam do mesmo bebê e caminham juntos, mas cada um com um papel muito específico.

É sobre essa parceria que quero conversar aqui. Explicar como nos complementamos, por que trabalhamos lado a lado e de que forma essa relação garante mais segurança, precisão diagnóstica e tranquilidade para a família.

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Ultrassom ilustrado de bebê no útero, representando o diagnóstico e acompanhamento de tumores fetais com esperança e cuidado.

Tumores fetais: quando o diagnóstico não é uma sentença

Receber a notícia de um “tumor no bebê” ainda dentro do útero é algo que naturalmente desperta medo e insegurança. É uma palavra forte, carregada de significados e, muitas vezes, associada imediatamente a algo maligno.

Mas nem sempre é assim.
Na medicina fetal, muitos tumores diagnosticados durante a gestação são benignos e podem ser acompanhados com segurança até o nascimento.

Neste artigo, quero explicar com clareza o que são os tumores fetais, onde costumam aparecer, quais riscos envolvem e, principalmente, como podemos cuidar da melhor forma possível, com responsabilidade, planejamento e esperança.

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Gestante em consulta médica com profissional da saúde mostrando imagem de ultrassom em tela, em ambiente acolhedor e calmo.

Ultrassom do primeiro trimestre: o que significa um resultado de risco aumentado?

Receber um resultado de “risco aumentado” durante o ultrassom do primeiro trimestre pode ser, sem dúvida, um dos momentos mais desafiadores do pré-natal. É um termo que assusta, gera dúvidas, e muitas vezes acaba trazendo mais angústia do que clareza. Mas é justamente por isso que eu decidi escrever esse texto.

Porque antes de qualquer coisa, é importante entender o que, de fato, esse resultado quer dizer.

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Dr. André Miyague palestrante na SOGIPA

Restrição de Crescimento Fetal: quando o bebê para de crescer… mesmo com peso normal

Gente, quando a gente fala de Restrição de Crescimento Fetal, é muito comum pensar só naquele bebê visivelmente pequeno, magrinho, com peso abaixo do esperado. Mas a verdade é que nem sempre o caso é tão óbvio assim.

Tive a oportunidade de falar sobre esse tema na VI Jornada de Ultrassonografia da SBUS do Paraná – SOPRUS 2025, aqui em Curitiba. E olha… foi especial poder dividir com colegas esse assunto que aparece, cada vez mais, no nosso dia a dia de consultório.

Hoje, quero compartilhar com vocês alguns pontos importantes da palestra. Porque entender como a RCF funciona — especialmente a tardia — pode mudar completamente o desfecho de uma gestação.

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